As principais bolsas europeias negociavam esta segunda-feira maioritariamente em baixa, depois de Pequim ter anunciado que o Produto Interno Bruto (PIB) chinês cresceu 6,6% em 2018, o valor mais baixo desde 1990.
Cerca das 09:00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a recuar 0,21% para 345,18 pontos.
As bolsas de Paris e Frankfurt recuavam 0,25% e 0,42%, bem como as de Madrid e Milão, que desciam 0,18% e 0,73%, respetivamente. Londres era exceção, já que subia 0,17%.
Depois de ter aberto em alta, a bolsa de Lisboa mantinha a tendência e, cerca das 09:00, o principal índice, o PSI20, subia 0,39% para 5.088,01 pontos.
Os investidores também estavam cautelosos face ao entusiasmo da semana passada em relação a um possível acordo comercial entre os Estados Unidos e a China.
Os mercados também continuam atentos aos desenvolvimentos do ‘Brexit’.
A primeira-ministra britânica, a conservadora Theresa May, apresenta hoje o ‘plano B’ depois de ter sobrevivido na quarta-feira à moção de censura apresentada pela oposição trabalhista, na sequência do fracasso da votação do acordo do ‘Brexit’ na véspera.
Analistas citados pela Efe explicam que a incerteza “é máxima” no Reino Unido, já que estão todas as hipóteses em cima da mesa.
Em Nova Iorque, a bolsa de Wall Street terminou na sexta-feira em alta, com o Dow Jones a subir 1,38% para 24.706,35 pontos, depois de ter atingido em 03 de outubro 26.828,39 pontos, atual máximo desde que foi criado em 1896.
No mesmo sentido, o Nasdaq fechou a avançar 1,03% para 7.157,23 pontos, após ter subido até aos 8.109,69 pontos em 29 de agosto, atual máximo de sempre.
A nível cambial, o euro abriu em alta no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,1379 dólares, contra 1,1366 dólares na sexta-feira.
O barril de petróleo Brent para entrega em março abriu hoje em alta, a cotar-se a 62,85 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, mais 0,27% do que na sessão anterior e depois de ter estado acima dos 85 dólares no início de outubro.
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