O saldo dos Certificados do Tesouro foi negativo em novembro, após a saída de 70 milhões de euros, uma alteração à tendência registada nos últimos cinco anos.
A descida coincide com a data de vencimento dos Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM), que foram lançados em outubro de 2013 e venciam em cinco anos, com taxa de juro anual crescente.
No fim de outubro de 2017, os CTPM foram suspensos e substituídos pelos Certificados do Tesouro Poupança Crescimento, que oferecem um rendimento inferior e têm uma maturidade máxima de sete anos.
Quanto aos Certificados de Aforro, registaram um aumento de sete milhões de euros, fixando-se o saldo em 11.860 milhões de euros, segundo o ‘Boletim Estatístico‘ de novembro divulgado pelo Banco de Portugal esta quinta-feira.
Atualmente, estão a ser comercializados Certificados de Aforro da série série E, cuja taxa de juro está indexada à taxa Euribor a três meses – que está em terreno negativo -, acrescida de 1%, o que torna o produto de poupança estatal pouco atrativo.
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