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Através de comunicado, o Governo anuncia que um Conselho de Ministros (CM) extraordinário aprovou este domingo uma resolução que dá luz verde a uma despesa de até 19,8 milhões de euros para a compra de testes rápidos de antigénio para uso em escolas e creches.
O comunicado indica que “de forma eletrónica”, o CM aprovou “uma resolução que autoriza a realização de despesa, por parte da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e do conselho diretivo do Instituto da Segurança Social, I. P., com a aquisição de serviços de realização de testes rápidos de antigénio em estabelecimentos de educação e ensino públicos e em respostas sociais de apoio à infância do setor social e solidário, até ao montante global de €19.802.880,00.”
No mês passado, a Direção-Geral de Saúde partilhou uma atualização à Estratégia Nacional de Teste no âmbito do combate à pandemia. Nesta estratégia é indicada a realização de testes a cada 14 dias em estabelecimentos como escolas, prisões, fábricas ou na área da construção civil.

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Esta autorização de despesa é feita num momento em que o Governo já fez saber que pretende aumentar o rastreio e o número de testes feitos à população escolar. De acordo com o jornal Público, que este sábado noticiava que equipas móveis vão percorrer o país para fazer testes nas escolas públicas, o universo de testados rondará as 500 mil pessoas, incluindo professores, funcionários e alunos.
Na semana passada, numa conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, António Costa mencionava que era “natural” que o processo de desconfinamento começasse pela reabertura das escolas.

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Na mesma ocasião, o PM declarou que o plano para o desconfinamento será conhecido a 11 de março, na próxima quinta-feira.

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