A Noruega tem o maior fundo soberano do mundo. Este veículo de investimento gere mais de um bilião de dólares (945 mil milhões de euros) e é acionista de mais de nove mil empresas espalhadas por 73 países. O fundo gerido pelo banco central norueguês tem como missão rentabilizar as receitas do país com o petróleo através de investimentos nas bolsas mundiais, em obrigações e em imobiliário.
A influência do fundo chega também a Portugal. Mas o mercado nacional já foi uma aposta mais convicta por parte deste veículo de investimento. No ano passado, o valor aplicado em ações e obrigações portuguesas desce 17% para 1,49 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros). Em 2017 o montante em bolsa e dívida de entidades nacionais era de 1,8 mil milhões de dólares.
Nas empresas da bolsa portuguesa o valor detido pelo fundo norueguês passou abaixo de mil milhões de dólares. Ainda assim, o veículo de investimento liderado por Yngve Slyngstad continua a ter posições avultadas em algumas entidades portuguesas, desde a dívida do Estado até às ações da EDP e da Galp.
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