Desde segunda-feira, 7 de janeiro, que representantes quer da China quer dos Estados Unidos estiveram reunidos em Pequim (China). Em cima da mesa esteve as tensões comerciais, provocadas pelas trocas de argumentos e aplicação de taxas alfandegárias sobre bens oriundos dos dos países.
O encontro deveria ter terminado esta terça-feira, todavia foi prolongado durante mais 24 horas, tendo já, ao que indicam as agências de informação internacionais, terminado. Ainda não há um posição oficial sobre o que saiu do encontro. Mas fontes da Bloomberg indicam que Pequim e Washington conseguiram aproximar posições em áreas como a energia e agricultura. Porém, ainda não estarão alinhados no que diz respeito a outros temas, considerados como estruturais, e que devem ser abordados posteriormente por elementos de topo dos dois governos.
No final de janeiro, o Representante Comercial dos EUA, Robert Lighthizer, deve encontrar-se com o vice-primeiro-ministro da China, e que está a liderar as negociações do lado chinês.
Apesar de ainda não serem apresentadas as conclusões, as principais bolsas mundiais têm estado em alta animadas pelas expectativas de um entendimento entre as duas maiores economias do mundo. Por esta altura, é esse o sentimento registado nas praças do Velho Continente.
Em Lisboa, o PSI-20 (principal índice) ganha 0,96% para 4.957,10 pontos. Entre os pesos pesados, o BCP valoriza 0,74% para os 24,66 cêntimos, a Galp Energia avança 2,18% para 14,745 euros e a Jerónimo Martins ganha 1,04% para 10,715 euros. Por outro lado, a EDP cede 0,10% para 3,072%.
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