
Wall Street viveu esta quinta-feira o pior dia desde o início da pandemia. A queda foi desencadeada por novas tarifas comerciais anunciadas por Donald Trump.
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O impacto foi imediato. O índice S&P 500 perdeu 2,4 mil milhões de dólares (cerca de 2,22 mil milhões de euros). É a maior perda num só dia desde março de 2020. O Nasdaq afundou quase 6%. O Dow Jones caiu 3,98%.
Empresas tecnológicas lideraram as quedas. A Apple recuou 9,2%. Amazon caiu 9%. Nvidia perdeu quase 8%. O setor energético também sofreu, com o preço do petróleo a cair mais de 6%.
O dólar afundou face ao euro, iene e franco suíço. O ouro tocou um máximo histórico acima dos 3.160 dólares (cerca de 2.925 euros) por onça.
A volatilidade disparou. O índice VIX, conhecido como “o medidor do medo” de Wall Street, atingiu o valor mais alto desde agosto.
Os mercados europeus e asiáticos seguiram a tendência. A China foi alvo de uma tarifa recíproca de 34%. A União Europeia enfrentará 20%. O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 2,57%.
A agência Fitch alertou para um “ponto de viragem” na economia global. O Deutsche Bank prevê que o crescimento dos EUA recue até 1,5% este ano.
Os investidores receiam uma nova recessão. E dizem que o mundo ainda não recuperou da última.
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