A AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal) quer que o Governo crie com urgência apoios específicos para as atividades de animação noturna, fechadas há sete meses por imposição legal devido à pandemia do novo coronavírus, e que seja adiada a introdução do QR Code nas faturas.
No boletim diário, a AHRESP sublinha que as empresas de animação noturna “necessitam urgentemente de um apoio específico para a manutenção dos negócios e sobrevivência dos seus postos de trabalho”.
A associação lembra que o Governo já anunciou medidas de apoio às empresas de eventos e espetáculos, faltando agora os bares e discotecas.
A AHRESP reclama também o adiamento da introdução do QR Code nas faturas para 1 de julho de 2021. Como lembra, a partir de 1 de janeiro de 2021 é obrigatório que as faturas passem a conter um “QR Code” e um código único de documento”, uma medida que visa simplificar a comunicação de faturas por parte de pessoas singulares.
No entanto, “estas alterações devem ser voluntárias a partir dessa data, tendo em conta as atualizações que tal procedimento implica nos softwares certificados de faturação e que muitos dos quais não terão capacidade de as suportar, exigindo a aquisição de novos equipamentos por parte das nossas empresas, o que representa mais um custo de contexto”, defende a AHRESP.
Para a AHRESP, o regime só deve ser obrigatório a partir do dia 1 de julho de 2021, “dada a total descapitalização das nossas empresas e incapacidade para realizar novos investimentos”.
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