//Fecho da BriCor do El Corte Inglés em Vila do Conde afecta 41 trabalhadores

Fecho da BriCor do El Corte Inglés em Vila do Conde afecta 41 trabalhadores

O grupo El Corte Inglés vai encerrar no final de janeiro no próximo ano a BriCor, a única loja de bricolage que a empresa espanhola detém em Portugal. A decisão afeta 41 trabalhadores e “deve-se ao facto de a empresa ter optado por uma presença mais urbana, e por deixar a operação em Portugal”, justificou fonte oficial da cadeia ao Dinheiro Vivo.

O encerramento da loja de bricolage foi noticiada pelo Jornal de Negócios e confirmada ao Dinheiro Vivo por fonte oficial da cadeia espanhola. O encerramento da unidade, que abriu há cerca de 7 anos em Vila do Conde, irá acontecer a 31 de janeiro.

Quando questionada sobre em cima da mesa poderia estar uma eventual venda do espaço onde se localiza a loja, fonte oficial do El Corte Inglés responde: “O espaço onde o BriCor estava instalado não é propriedade da BriCor.”

Localizado junto ao Porto Fashion Outlet, o espaço com uma área de 12 mil metros quadrados era a única BriCor que o El Corte Inglés detinha em Portugal. O projeto, noticiou o Diário Económico em 2011, implicou um investimento de 15 milhões de euros, tendo sido criados 130 postos de trabalho. Cerca de 7 anos depois, o encerramento põe em causa 41 postos de trabalho, segundo fonte oficial do El Corte Inglés.

A decisão surge no âmbito do reposicionamento da insígnia, com foco numa presença mais urbana, tendo optado por retirar a operação em Portugal. No mercado nacional, além da loja em Vila do Conde, a BriCor tinha ainda desde 2013 um espaço no El Corte Inglés de Gaia-Porto, tendo aberto em abril do ano passado uma área no El Corte Inglés de Lisboa.

“Os espaços da BriCor nos armazéns El Corte Inglés vão ser reconvertidos em departamentos de bricolage, à semelhança do que antes acontecia”, explica fonte oficial da cadeia espanhola.

O grupo queria em dez anos abrir entre 7 a 10 lojas BriCor em Portugal, segundo adiantou o na altura responsável pela insígnia em Portugal ao Diário Económico.

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