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O WiZink vai lançar um serviço de crédito pessoal online em Portugal no quarto trimestre deste ano, no âmbito da sua estratégia de continuar a crescer no mercado financeiro português.
“Queremos crescer a dois dígitos em Portugal nos próximos três anos. Já somos líderes no segmento de crédito revolving (concedido através de cartão de crédito). Queremos continuar a crescer”, disse o CEO do banco digital, Miguel Ángel Rodríguez Sola.
“Vamos lançar um produto de crédito pessoal online no quatro trimestre. Acreditamos que há espaço no mercado de consumer finance em Portugal para uma oferta adequada online“, adiantou ao Dinheiro Vivo, esta terça-feira, à margem da conferência de anúncio de uma parceria com o Benfica.
O WiZink e o Sport Lisboa e Benfica anunciaram esta terça-feira um acordo de parceria estratégica que prevê que o banco seja patrocinador oficial do clube até 2026 e também o seu parceiro de pagamentos.
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A parceria vai abranger o “lançamento de um novo cartão de fidelização para sócios e fãs do clube, o qual será brevemente apresentado ao mercado”, estando prevista a criação de “um programa de fidelização, com vantagens e benefícios exclusivos para os sócios e adeptos benfiquistas”.
O banco digital opera no mercado de crédito ao consumo e conta com dois milhões de clientes em Portugal e Espanha.
Segundo o CEO do WiZink, “Portugal é um mercado muito lucrativo” para o banco. “Desde 2016, quando ficámos com o negócio o Barclays Card em Portugal, temos crescido a uma taxa anual composta de 7%”, adiantou, sem especificar mais detalhes financeiros.
Salientou que o banco lidera no crédito revolving com uma quota de mercado estimada em Portugal de 27% e que o WiZink ainda tem oportunidades para crescer no mercado português, nomeadamente através de ofertas digitais.
“Estamos a negociar também fechar outras parcerias, que iremos anunciar”, adiantou o CEO o banco.
“Portugal reagiu melhor em termos de crédito ao consumo às saídas de confinamento, comparando com outros países. Estou positivo em relação às perspetivas para a economia portuguesa”, frisou.
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